Wednesday, April 25, 2007

Gosto do poema


O gosto do poema não me sai da boca,

Talvez por isso o louve tanto.

No sentido das palavras

Vislumbro em si todo o encanto.

Cada verso ali contido é como

Hipnose em xícara.

Bebida de gole à gole que as mãos

Me trazem em ciclos.

Em todo ele esse cheiro de metáforas

Espremidas do caule mor, donde

Advém minhas expectativas

3 comments:

Fernanda said...

Ká...
demorei, né?
meu pc ficou dodói e foi pro conserto, aí teve de ser formatado novamente e perdi todos os meus links favoritados :(
e o seu era um deles...
mas agora voltei.
adorei o poema... intertextualidade... legal, parece coisa do Drummond...
bjo.

Felipe Camargo said...

Tio, Adore seu poema, as vezes achoq eu sou um romantico esquecido, mas vejo que tenho companheiros.. Te cara!

Thalita said...

O que é isso?

VAI SE F_ _ _ _ _!

Vc tah muito bom nisso...tô assustada!
Fazia tempo que naum via seus poemas...
Meu, tô impressionada.
Lembro o teor de alguns que me mostrou na FAI. Nossa, seu estilo está mais encorpado, maduro estéticamente...
Invejável....
Fora que a autoria é inegável, né?
Tem vc impresso aqui...registrado!

Bjux